domingo, 31 de janeiro de 2010

27-05-09 02:13am

Hoje, sinto-me um verdadeiro filho da puta.
Quer dizer, apenas a partir das 23h, momento em que percebi mais um bocadinho daquilo que quero para mim, para a minha felicidade.
Descobri um pouco mais do meu mundo, por assim dizer.
Em relance de tudo, sinto-me atraiçoado por quem me rodeia rotativamente durante os dias. (menos uma pessoa, obviamente!)
Sinto que contenho muita coisa e está na hora de dar com os dentes.
Esta flor vai desabrochar porque se continuar assim não apanhará sol e morrerá.
Olho para a paisagem, fumo o cigarro pensante, alargo os meus horizontes e falo bastante comigo próprio.
Mas quando chega a altura, acobardo-me.
Está errado.Está errado.Está errado. Sou humilhado constantemente. As pessoas falham quando depositamos confiança nelas.
Falham redondamente. Umas ganham automaticamente. Nem se apercebem disso. Nem eu. (Que raio?)
Devo dar a cara de estúpido e ignorante para que toda a gente abuse constantemente da minha paciência?
E digo de forma clara que sou paciente nesse tipo de coisas, pois é uma das poucas virtudes que reconheço que tenho.
Mas toda a gente tem um limite, e eu não sou excepção.
E não me reservo de dizer que, "if i snap, all the world is fucked".
Creio que está na hora de parar de privar os outros da minha bondade (que já está cansada) e começar a soltar-me um pouco.
Mostar um pouco de agressividade e maluquice. Quer dizer, um cadito de hostilidade nunca fez mal a ninguém. É um "abre-olhos."
Talvez parta um pescoço ou dois. Daqueles "snaps" bem marados. Áqueles que metem nojo, de apenas olhar. (ou conhecendo)
Esforço-me, mas ninguém se esforça ou aprecia o esforço que exerço sobre todos.
O mínimo que podiam fazer era seguirem em frente e deixarem-me em paz, foda-se. Nunca fiz mal a uma mosca sequer.
Pelo menos, não intencionalmente.
Oh... eu preciso é de encontrar alguém com quem me sinta bem.
Porque toda a gente que me conhece minimamente bem, sabe que o meu silêncio é igual a :
"AH! TIREM-ME DAQUI SENÃO DOU EM MALUCO!" Fuckin' fags.
Aparece desconhecida*

Ricardo Fazenda
27-05-09
02:13am

26-05-09 01:46am

Sinto-me bem. Sinto-me ágil. Encorajado a seguir um caminho que me privará de certos gostos momentâneos para prazeres num futuro.
Nem é que vou ficar com a vida presa á rotina.
Não tenho ninguém a quem dever a minha presença, infelizmente o digo. E se assim o continuar não terei as maiores das certezas.
Embora de uma grande importãncia para mim, neste momento não tem assim tanta relevância.
Dificilmente me consguirão atrair, dissuadir a entrar em algo que não queira. Algo que não me sinta seguro de realizar.
(Sempre fui muito influenciado.) Tudo isto é um estado mental.
Quem me atraiçou diz que estou num estado de negação ( talvez seja por isso que respondo sem mexer os lábios..).
Outros dizem que estou espantado, abismado, surpreendido com a vida e aquilo que esta escondeu de mim.
Que sou um, metaforicamente, "um menino que entrou num salão de jogos pela primeira vez". E que entrei em maus caminhos.
A minha única questão, uma que me corrói por dentro desta minha bela cabeça que precisa de dormir, é :
porque raio ninguém diz algo de bom para variar?
Podiam dizer "Epá, se estás feliz é na boa. É o mais importante."
Estou feliz sim, mas o facto de todo o meu redor me julgar, é um complemento ou um "puxão" para continuar nesta vida.
É um ciclo vicioso e está a repelir-me das pessoas! Porque é algo do qual apanhei o jeito. Afastar pessoas facilmente.
Procurar os pontos de fraqueza dessa pessoa e atacá-los quando desejar que desapareçam.
Deve ser fácil para todos, mas eu sei que tenho um poder especial.
Posso fazer com quem contem todos os seus maiores segredos, os seus maiores medos fazendo-os confiar em mim.
Como posso fazer com que nunca mais me falem, independentemente dos sentimentos que essa(s) pessoa(s) nutre(m) por mim.
É irrelevante. Sou, simplesmente, bom nisso. E não me apetece escrever mais.
Estou cansado demais para aparvalhar com a minha mente, que está frágil neste momento.
Preciso de me levantar ás 7h. Foda-se!

Ricardo Fazenda
26-05-09
01:46am

15-05-09 00:27am

Morrerei em vão?
Tentarei ser relembrado periodicamente com o passar dos anos?
Mas não estou no bom caminho para ter sucesso neste ponto...
Devo chorar?
Obviamente que não.
Dar comigo em repuxo nada resolveria. v_v'
"Menos palavras, mais acção."
Parece tudo tão fácil...
(Um ponto a frisar...A vida é extremamente difícil de ser vivida.)
Devo pensar na vida?
Gastando vida?
Que desperdício de vida pensando na vida.
Se não me comprometer, não terei frutos para colher.
Acho que penso de mais. ahah (como já me repeti milhares de vezes na vida!)
Uma vida? Aproveitar ao máximo?
A vida é tão efémere.
Só não o é quando está tudo tão escuro.
Aquela escuridão, que "certas pessoas" conseguem ver.
Apenas e apenas mesmo "essas" a conseguem ver. E acreditem, não se dissipará tão facilmente.
Ou nunca? Oh..
Que importa?
É agradável estar neste recanto de segurança.
Pelo menos eu gosto. Eu. Apenas eu. Sozinho eu.
Sei que é eternamente. Pelo menos eu sinto-o.
Mas fará algum sentido?
Viver uma vida efémere...
eternamente na escuridão?
Então não sofremos um desgaste mental? ou..
Não aproveitamos da melhor forma o que de melhor a vida pode dar por ser tão curta?
Estou confuso e baralhado.
Realmente, a vida não faz sentido nenhum.
Nada mais a dizer em relação a tal.
(E o tempo a passar sem parar...)

Ricardo Fazenda
15-05-09
00:27am

13-05-09 02:27am

Sou, simplesmente, o que sou. E como me hei-de descrever?
Sou um rapaz hiperactivo com necessidade de encontrar problemas.
Vou ter uma vida bastante atribulada. Só durou 3 dias esta minha nova vida. vou mudá-la novamente.
Tive um full-time e uma namorada. Mas fiquei aborrecido, para variar, e desisti, mentalmente, de tudo. Caótico e infeliz.
Não consigo deixar de quem sou. Ou de quem penso ser. E tenho de aceitá-lo, apesar de não o querer.
Uma pessoa baralhada, movida pela paz de espírito livre.
Apenas faço o que me interessa. Nada mais. Simples como o é.
O trabalho e a rapariga aborreceram-me simplesmente. Incrível.
Tanta anormalice num espaço de tempo tão curto. Estou a destinado a perder coisas muito boas, mas importar-me-ei realmente?
Neste momento estou a romper um compromisso de importância gigante. E já é o segundo hoje. Mas não quero saber.
Quero é saber de mim. Aquilo que realmente me faz feliz. Porque a minha busca de felicidade não implica estar sempre atarracado.
(Não foi muito fiável esta ideia, pois não?) Não gosto de desapontar pessoas. Eu que vejo isso normalmente, sei o que é.
Fico triste quando isso acontece. Mas tem que ser. Senão fico eu.
E neste mundo se há coisa que aprendi, foi que, não se pode confiar em ninguém. Apenas em mim mesmo.
Não posso pensar que sou inseguro e isso torna-me distante. Apenas não sei interagir na normal rotina de socialização. Já fui assim...
Ahah, quando era pré-adolescente. Agora não. Agora opino conforme a minha forma de pensamento retiradas das minhas conclusões.
Sou livre. E desde que me sinta assim, não terei problemas com ninguém.
Agora e sempre, livre de tudo. Anarquia a todo o poder.
Sem compromissos e sem merdas que só nos fodem a cabeça.
Apenas quero ser culto e provar tudo do que o melhor o mundo me possa oferecer. TUDO!
Não te faz preocupar, certo? Não foste designado para te preocupares.

(minutos depois..)

Porque é que me farto de tudo tão facilmente? Porque é que sou assim? Que respostas existem e onde as posso procurar?
What a fucking sick, or better, mentalsick person. Ou não! Sou apenas livre. Sou rijo. Duro.
Tenho as minhas ideologias bem assentes na carola. Liberdade.. Não foi por isso pelo qual muita gente lutou antigamente?
Como tenho respeito por essas pessoas. Até um sorriso se esboça. Permitiram-me viver do modo como desejo.
Não sou mal intencionado. Apenas não pondero (ou pondero de mais) quando faço algo. Não pondero bem de cabeça quente.
Mesmo que estivesse no Pólo Norte. Tudo me é indiferente. Tudo o que é indiferente passa-me ao lado. Despercebido.
Uma imagem de fundo desfocada que nada me suscita. Estou concentrado em mim. No que me faz feliz.
Pular de alegria e rir até não poder mais. 3 dias e percebi que não estava destinado para este tipo de vida aborrecida e simples.
Tenho que arranjar uam forma prática de arranjar dinheiro. Simples e mentalmente trabalhosa! Que puxe o meu interesse.
Um trabalho de biblioteca, uma loja de metal , algo criativo e do meu gosto.
Assustador e calmo. Ui. Mesmo que receba pouco, ou que me chateie até rebentar a tampa, tem que haver um objectivo!
"I've got to get of this fucking town." Get some good shit around the world. Bye now, you pieces of shit! ahah*

Ricardo Fazenda
13-05-09
02:27am

18-04-09 05:41am

Serei uma criança eternamente?
Do chumbo ao ouro.
Faz com que as tuas veias valham por essa transformação.
Quem te disse isso?
A cor é luz.
A luz é magia.
A magia é inteligência desvalorizada ou despercebida.
Toda a gente tem a sua cor, a sua luz, a sua magia..
Morremos quando a perdemos.
Rapaz? Rapariga? Mulher. Homem.
A cor do frio / cinzento será igual á claridade amarela / branca?
Quente e frio, seco e húmido.
Que importa?
Quando só sentimos uma coisa. O vazio. O escuro. A solidão.
O despero. A ansiedade. A noção de mágoa e dor.
O fogo é cor.
Tristeza é preto.
Tenho saudades de algo mais colorido. Mais brilhante.
Que dê um renascimento apropriado da minha alma.
O silêncio e a agressividade do mesmo é devastador.
Domino essa técnicas facilmente. São fáceis de adquirir, mas difícieis de controlar. Absurdo do paralelo.
Irremediavelmente profundo e constragedor.
Quero ver sangue. Quero ver alegria.
Porque vermelho é uma cor intensa. Cor da alegria, porque é fogo.
Aumentar a chama está em meu controlo cada vez que tiver aquela necessidade. O enxofre é tanto.
Quero gritar com todo o ar dos meus pulmões e não consigo.. porque tusso.
Tusso bastante para deitar fora as impurezas da natureza humana do meu corpo. A transformação..
Branco, preto e cinzento..
Quero apenas branco.
Voar até ao infinito e mergulhar nas nuvens.

Ricardo Fazenda
18.04.09
05:41 am

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Ma philosophie de vie


"Só temos consciência do belo,
Quando conhecemos o feio.
Só temos consciência do bom,
Quando conhecemos o mau.
Porquanto o Ser e o Existir,
Se engendram mutuamente.
O fácil e o difícil se completam.
O grande e o pequeno são complementares.
O alto e o baixo formam um todo.
O som e o silencio formam a harmonia.
O passado e o futuro geram o tempo.
Eis porque o sábio age.
Pelo não-agir.
E ensina sem falar.
Aceita tudo o que lhe acontece.
Produz tudo e não fica com nada.
O sábio tudo realiza - e não se apega a sua obra.
Não se prende aos frutos de sua atividade.
Termina a sua obra,
E esta sempre no princípio.
E por isto a sua obra prospera."

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Excepcional / verdadeiro


Todos nós somos bons, não é? Mas nem todos podem ser excepcionais. Só aqueles que acreditam que podem ser e que lutam por isso.
Todos nós passamos maus bocados. E avaliar uma pessoa forte espiritualmente é ver com que rapidez se levanta e não pela quantidade de problemas do qual é alvo.
Resumindo, vou tentar parar com o "faz de conta", com o "andar com merdas". Porque, realmente, é isso que sinto que estou a fazer e que sou. Uma fraude. Um fraudulento humano que deambula sem rumo, em busca de rendição.
Já perdi a conta das vezes em que olho para o tecto e penso que errei. Errei a socializar com as pessoas, errei comigo mesmo. Foi muito tempo perdido... Demasiado até. Estive á espera de algo que nunca irá acontecer. Nem num futuro longínquo irá acontecer. Acabou. Portanto, a partir de agora irei apenas procurar o que é verdadeiro. Aquilo que sinto, vejo e toco. Aquilo que o meu corpo e a minha mente possam saborear. O prazer, o tempo ilimitado. Não é ataraxia. É um caminho.
É simplesmente, procurar o que é verdadeiro. Real. Sinto o que posso ver que é real e sinto-o. Se gostar, aceito-o de braços de abertos. Vou consumir o que achar correcto para mim. Para uma renovação espiritual correcta.
Uma filosofia adequada para um rapaz de 20 anos e meio, rebelde por natureza, conscientemente surdo e em inconformidade para com a sua vida. Como se não me amasse. O que não é correcto. Sou , então, o que muitos dizem hipersensível. Aprecio tudo, desde um céu fora do comum, uma passeio de pedra de calçada, entre outros. Observar pores e nasceres de sol. Um aventureiro matinal, tardio e nocturno. Inanimados e caminhos longos. Demasiado espiritual talvez. Um "azul". Uma alma artista demasiado grande, complicado e dramática para poder controlada por qualquer pessoa. Um excepcional. Um fora do comum. Não pensem que é bom, porque, como tudo na vida existe o seu lado inverso da moeda. E Deus sabe a que me refiro. Não é, nem nunca irá ser fácil contornar todos este pontos. Pelo menos, não tão facilmente.


Ricardo Fazenda
24.01.10
15:07pm