quarta-feira, 14 de julho de 2010

To you

What's the point?
...
It never feels right.
It's never right.
It isn't right.
It's wrong.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Now we're apart though, not through choice. do we stay mute or raise our voice?

A música lembrou-me de mim. Logo de ti.
A tua presença faz-me falta todos os dias, todos os meses, todos os anos.
Sempre.
One day i'll meet you.
I hope as soon as possible.
Love you, dad.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

This picture

I hold an image of the ashtray girl
Of cigarette burns on my chest
I wrote a poem that described her world
And put our friendship to the test
And late at night
Whilst on all fours
She used to watch me kiss the floor
What's wrong with this picture?
What's wrong with this picture?

Farewell the ashtray girl
Forbidden snowflake
Beware this troubled world
Watch out for earthquakes
Goodbye to open sores
To broken semaphore
You know we miss her
We miss her picture

Sometimes it's fated
(We) Disintegrated it
For fear of growing old
Sometimes it's fated
(We) Assassinated it
For fear of growing old

Farewell the ashtray girl
Angelic fruitcake
Beware this troubled world
Control your intake
Goodbye to open sores
Goodbye and furthermore
You know we miss her
We miss her picture

Sometimes it's fated
(We) Disintegrated it
For fear of growing old
Sometimes it's fated
(We) Assassinated it
For fear of growing old

Hang on
Though we try
It's gone
Hang on
Though we try
It's gone

Sometimes it's fated
(We) Disintegrated it
For fear of growing old
Sometimes it's fated
(We) Assassinated it
For fear of growing old
Can't stop growing old...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Qual a piada de tudo isto? Zangar, reatar, estragar, remediar.. só serve para deixar a cabeça ainda menos funcional.
Não digo adeus.. para dizer mais tarde? What's the fucking point?
Não percebo nada disto.. Também nunca percebi nada.
I don't like you anymore.
A way to say a easily goodbye. @

segunda-feira, 26 de abril de 2010

apenas mais uma tarde :)

-Err
-O tempo está a passar devagar?
-Sim
-A hora de te ver nunca mais chega
- :P

A day about a girl & a boy

Interiormente, tinha-te pedido para me escreveres o teu nome no meu braço. Desnecessariamente indesculpável. Não havia, nunca houve, nem nunca há-de de haver nada a fazer. É uma vergonha. Foi uma vergonha. Porque vendi a minha atenção. Vendi a minha pequena sanidade mental e réstia de esperança. Vendi para quê? Talvez esta similaridade a paixão tenha vindo do vazio. Aquele vazio que soubeste perfeitamente preencher. Aquele vazio, with someone else's shape. Vendi a minha cabeça num prato. Só faltou o tempero. Mas graças a Deus que não chegou a tal. (que tê-lo-ia mesmo feito..) Teria oferecido a pouca humanidade que sobra em mim.
Agora fiquei novamente sozinho..em todo este espaço e tempo. Ilimitado. (Porque raio escrevo eu nos meus braços e nas minhas mãos se não me ocorre outra coisa na cabeça?) Talvez esteja a querer injectar, incondicionalmente, ainda mais veneno na minha mente. Como se já não fosse suficiente..
Idiota. A palavra adequada para me caracterizar. Para caracterizar as minhas acções pelo dia 24. Como sempre, errei. Dei um passo que não devia. Ou acompanhei. Acho que fui um egoísta. Mas esta solidão já me esmagava de tal maneira, que cheguei ao ponto de me esquecer o significado de um entrelaçar de dedos. A união mental e física de duas pessoas. Como se a justificarem os sentimentos. Ou estarei a ser demasiado dramático e romântico? (para variar. pff..) Pode ser tudo explicado, de maneira subjectiva. Uma desculpa, um jogo, uma brincadeira. Depende da pessoa.
Realmente, tenho mesmo muita pena que as coisas tenham tomado este caminho e, principalmente, este ritmo. Mas por outro lado, estou feliz por ter oportunidade para voltar ao nada. Pode não haver mesmo nada á minha volta, mas esse nada é meu. E pode ser exactamente o que eu quiser. Pelo menos, alguma coisa tenho. Fiquei também com memórias frescas de uma saída á noite, um passeio matinal, uma tarde a jogar ao polícia e ladrão e metade de uma noite em que senti estar colado a alguém. Memórias de mais ou menos 24 horas. Para sair da minha estúpida normalidade de vida, as coisas improváveis, os "verdadeiros sonhos" só me duram esse período. Os pesadelos é que já são eternos. Maldita efemeridade dos sonhos. Disseram-me uma vez que o bem prevalece sobre o mal. A minha opinião: Não concordo. Acho até, que estão redondamente enganados.
Sentir que estava errado? Não. Mas sim, mais que certo.
Que isto acabe? Sim. Terminou aquilo que nunca começou.
Que importa? Não importa a ninguém.

(continua...)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Parte 1

“Entrei e pedi um café. Curto. Rotina diária para quem acorda cedo. Tu pediste uma torrada e um galão. Sentamo-nos perto um do outro. Olhas-me de relance. Cruzam-se olhares envergonhados e momentos de indecisão. Criam-se laços visuais. Daqueles que tudo o resto não altera. Senti-me presa. Cativaste-me com o teu estranho corar. Entre risos miúdos, revejo aquilo que já senti. Em nada semelhante a situações passadas. Transportas-me para um mundo só meu, no qual eu consigo sonhar acordada, esquecendo tudo o que me rodeia. Todas as outras coisas acabam por ser indiferentes. Esqueço todos os problemas e fixo apenas aquilo ao que nunca tinha dado a devida atenção. Quanto tempo fico? O tempo que me deixares.
Acordo e belisco-me. Tocas-me na mão e perguntas se está tudo bem. Na verdade, agora, tudo bate certo e tudo parece equilibrado. Um pequeno momento faz toda a diferença.”

Teresa*